Com lives, TRE-TO promove importantes debates nas redes sociais

Os bate-papos virtuais tem o objetivo de levar informação ao cidadão acerca de temas relacionados à Justiça Eleitoral

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Buscando dar continuidade às ações de educação política da sociedade, mesmo em tempos de isolamento social, o Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO) vem promovendo bate-papos virtuais com o objetivo de levar informação ao cidadão acerca de temas relacionados à Justiça Eleitoral. As lives são realizadas no perfil da Escola Judiciária Eleitoral (EJE) Ministro Humberto Gomes de Barros no Instagram

Pelo projeto Jornada Eleitoral Online, um dos assuntos debatido nas redes foi sobre o fim do prazo do cadastro eleitoral e contou com a participação dos servidores do TRE-TO Fernando Ebrahim  e Fernando Mendonça. Durante uma hora eles falaram sobre o atendimento online ao eleitor por meio da ferramenta Título Net, o prazo final para movimentação no cadastro eleitoral, regularização de multas e pendências, além das funcionalidades do e-título. Na live “Fim do Cadastro Eleitoral.  E Agora ?” os participantes também reforçaram a importância do alistamento eleitoral para que os jovens participem ativamente da escolha dos governantes nas próximas eleições.

Já o segundo encontro ao vivo com os seguidores da EJE no Instagram foi do projeto +Mulher +Democracia, que teve a participação da juíza membro do TRE-TO,  Ângela Haonat, coordenadora do projeto permanente da Justiça Eleitoral; e da juíza eleitoral da 1ª ZE de Araguaína, Umbelina Lopes. Durante a live “Mulheres na Política: a importância da sua representatividade” foi levantada a questão da participação feminina nos espaços de poder e a importância da atuação da Justiça Eleitoral no fomento à discussões acerca da construção de uma sociedade cada vez mais paritária. “Por meio desse importante programa, a Justiça Eleitoral no Tocantins tem atuado como mediador junto à sociedade neste diálogo constante de promoção da participação feminina não só na política, mas em todos os outros espaços de poder”, disse Haonat. 

Também foram abordados aspectos legais da participação feminina na política, como a existência da cota de candidaturas por gênero, destinação de pelo menos 30% dos recursos do Fundo Partidário às campanhas de candidatas, e reserva de pelo menos 30% do Fundo Eleitoral para financiamento de candidaturas femininas. “Passamos por uma mudança de mentalidade, e através dessas ações de conscientização e educação política da sociedade faremos com que a mulher acredite na sua capacidade de participar ativamente da política e na sua contribuição na resolução dos problemas sociais existentes”, ressaltou a juíza Umbelina Lopes.

Eva Bandeira (ASCOM/TRE-TO)

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