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Justiça Eleitoral do Tocantins orienta eleitores sobre como identificar fake news nas eleições

Conteúdos sem comprovação, vídeos fora de contexto e mensagens alarmantes estão entre os principais sinais de desinformação

#ParaTodosVerem: Fotografia mostra uma pessoa negra, vista de cima e de costas, sentada diante d...

Vídeos com informações distorcidas, mensagens alarmantes e publicações sem comprovação sobre as eleições e as urnas eletrônicas ainda circulam com frequência na internet. Para ajudar eleitoras e eleitores a não caírem em desinformação, a Justiça Eleitoral do Tocantins reforça orientações simples para identificar fake news e evitar o compartilhamento de conteúdos falsos.

Entre os exemplos mais comuns de fake news eleitorais estão mensagens com informações falsas sobre as urnas eletrônicas, o processo de votação e a apuração dos resultados. Também costumam circular vídeos antigos, imagens fora de contexto e conteúdos compartilhados sem comprovação. 

Segurança e transparência

O secretário de Tecnologia da Informação do TRE-TO, Valdenir Júnior, destacou que o sistema eleitoral brasileiro é seguro, transparente e passa por constantes evoluções. “O sistema brasileiro é confiável, robusto e eficiente. Esse processo vem sendo construído desde 1996, quando a urna eletrônica começou a ser utilizada, não existe nenhuma evidência de fraude”, afirmou.

Segundo o secretário, as urnas eletrônicas passam por diversas etapas de auditoria e fiscalização, acompanhadas por representantes de partidos políticos, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outras instituições. “Esses sistemas passam por melhorias constantes, principalmente na área de segurança. A cada eleição, existem inúmeros momentos de auditoria, checagem e validação desse processo”, completou.

Sinais de desinformação

Títulos exagerados, mensagens com tom de urgência, ausência de fonte confiável e pedidos para “compartilhar antes que apaguem” são alguns sinais de possível desinformação. Erros de português e vídeos fora de contexto também merecem atenção.

Outro erro comum é acreditar em informações apenas porque foram enviadas por amigos, familiares ou grupos de mensagens. Mesmo pessoas próximas podem compartilhar conteúdos falsos sem perceber.

O alerta também vale para os desafios trazidos pelo avanço da inteligência artificial. Atualmente, vídeos, imagens e até áudios podem ser manipulados para simular situações falsas. Por isso, é importante verificar a fonte e confirmar as informações antes de compartilhar qualquer conteúdo.

Como verificar informações

Para verificar se uma informação é verdadeira, a recomendação é procurar canais oficiais da Justiça Eleitoral, veículos de comunicação confiáveis e plataformas de checagem de fatos. Também é importante conferir a data da publicação e pesquisar se aquele conteúdo já foi desmentido anteriormente.

O combate à desinformação é uma responsabilidade coletiva. Compartilhar apenas informações verificadas ajuda a fortalecer a confiança no processo eleitoral e contribui para uma participação mais consciente da sociedade.

 

Objetivos Estratégicos
2 - Aprimorar mecanismos de transparência pública
3 - Fomentar a educação política da sociedade
7 - Aperfeiçoar mecanismos de gestão do processo eleitoral

Texto: Guilherme Paganotto (Ascom/TRE-TO)

#ParaTodosVerem: Fotografia mostra uma pessoa negra, vista de cima e de costas, sentada diante de uma mesa de trabalho e segurando um celular com as duas mãos. A tela do aparelho está escura. Sobre a mesa, há um teclado, mouse, monitor e outros objetos de escritório.

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